sexta-feira, 28 de abril de 2017
quinta-feira, 27 de abril de 2017
quarta-feira, 26 de abril de 2017
Ontem foi aula de Comunicação e Expressão
Na aula de ontem, a professora pediu que formássemos grupos de 3 pessoas, nos deu um texto e pediu que nós fizéssemos um trabalho.
Segue o texto que ficou pro meu grupo...
Você já reparou que os grandes profissionais também são bons comunicadores? Não é mera coincidência. A eficácia de um trabalho em equipe, por exemplo, tem a comunicação como um dos pilares.
No entanto, ser “bom de papo” não significa, necessariamente, ser um bom comunicador. Para ter resultados, é preciso dominar a arte da comunicação assertiva.
A assertividade se dá quando você consegue passar a informação sem que haja insegurança, dúvidas ou o risco de enganos e falhas. Ou seja, é preciso que o emissor seja claro para que o receptor receba o recado de forma correta.
O tema é tão importante que o guru da administração, Peter Drucker, afirma em seu livro People and Performance que, em um futuro próximo, o sucesso profissional estará diretamente relacionado a essa competência.
Dados publicados recentemente no The New York Times apontam que 89% dos empregadores consideram competência em comunicação quesito fundamental para a contratação e retenção de um profissional.
Sabendo disso, veja o que você pode fazer para ter uma comunicação mais eficaz.
1. Saiba o que você vai falar
É preciso ter conhecimento sobre o que você vai abordar antes de sair dizendo qualquer coisa. Os que falam muito “eu acho” acabam fragilizando seu discurso e fazem com que os outros não acreditem nele. Tente mostrar o que você sabe usando suas experiências como exemplo. Isso dá credibilidade à sua fala.
2. Seja direto
De nada adianta falar sem parar se o que você diz não tem significado real. Enrolar, também, não é uma boa estratégia, visto que a falta de argumentos é facilmente constatada.
Para ser assertivo, você deve ser direto, evitando rodeios desnecessários. Mas cuidado para não se tornar agressivo, impondo sua opinião e fazendo julgamento de valores.
3. Preste atenção no outro
Por mais que seu objetivo seja mostrar que você é um bom comunicador, é preciso, também, deixar o outro falar. Mesmo que você discorde da outra opinião, deixe que a pessoa conclua o seu raciocínio para que você mostre o seu ponto de vista com argumentos contundentes.
4. Cuidado com sua compreensão
Esse é um dos pontos-chave da boa comunicação. Ao falar, você precisa se certificar de que o outro está acompanhando o seu raciocínio. É preciso saber se a pessoa captou a mensagem que você pretendia passar.
Para isso, uma boa técnica é usar a empatia. Procure se colocar no lugar do outro. Será que ele está entendendo o que você fala? Você conversa deixando que ele também faça parte do bate-papo? Enquanto você argumenta, pense em como se sentiria se estivesse do outro lado.
5. Cuidado com a linguagem usada
Esse é um dos principais erros cometidos. É claro que alguns deslizes passam, mas é preciso tomar muito cuidado com a fala e a escrita.
Abandone os termos muito rebuscados que não representam nada, além de gírias e abreviaturas, e empobrecem o discurso.
6. Aposte no bom humor
Não há estudos que comprovem que essa tática funciona, mas especialistas afirmam que pessoas bem-humoradas ganham pontos na comunicação. Isso porque elas conseguem manter a atenção do ouvinte com mais facilidade.
Mas saiba quem é o ouvinte para assegurar que esse tipo de postura cairá bem. E não exagere no senso de humor para não perder a credibilidade.
7. Use a emoção em seu favor
Fale com entusiasmo para mostrar ao outro que você acredita em suas palavras. Se você não tiver envolvimento com seu discurso, ficará ainda mais complicado fazer com que o outro demonstre interesse pelo que você conta.
8. Preste atenção na linguagem corporal
Não foque apenas na fala e na escrita. Lembre-se que o corpo também demonstra o que você diz. Por isso, fique atento: existem sinais que mostram se a conversa está agradando ou não.
Quer outras dicas úteis para se tornar um comunicador de primeira? Conheça nosso curso de comunicação assertiva.
Fonte: https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/administracao/8-dicas-para-uma-comunicacao-assertiva/71808
Acessado em 26 de abril de 2017
Segue o texto que ficou pro meu grupo...
8 dicas para uma comunicação assertiva
Você já reparou que os grandes profissionais também são bons comunicadores? Não é mera coincidência. A eficácia de um trabalho em equipe, por exemplo, tem a comunicação como um dos pilares.
No entanto, ser “bom de papo” não significa, necessariamente, ser um bom comunicador. Para ter resultados, é preciso dominar a arte da comunicação assertiva.
A assertividade se dá quando você consegue passar a informação sem que haja insegurança, dúvidas ou o risco de enganos e falhas. Ou seja, é preciso que o emissor seja claro para que o receptor receba o recado de forma correta.
O tema é tão importante que o guru da administração, Peter Drucker, afirma em seu livro People and Performance que, em um futuro próximo, o sucesso profissional estará diretamente relacionado a essa competência.
Dados publicados recentemente no The New York Times apontam que 89% dos empregadores consideram competência em comunicação quesito fundamental para a contratação e retenção de um profissional.
Sabendo disso, veja o que você pode fazer para ter uma comunicação mais eficaz.
1. Saiba o que você vai falar
É preciso ter conhecimento sobre o que você vai abordar antes de sair dizendo qualquer coisa. Os que falam muito “eu acho” acabam fragilizando seu discurso e fazem com que os outros não acreditem nele. Tente mostrar o que você sabe usando suas experiências como exemplo. Isso dá credibilidade à sua fala.
2. Seja direto
De nada adianta falar sem parar se o que você diz não tem significado real. Enrolar, também, não é uma boa estratégia, visto que a falta de argumentos é facilmente constatada.
Para ser assertivo, você deve ser direto, evitando rodeios desnecessários. Mas cuidado para não se tornar agressivo, impondo sua opinião e fazendo julgamento de valores.
3. Preste atenção no outro
Por mais que seu objetivo seja mostrar que você é um bom comunicador, é preciso, também, deixar o outro falar. Mesmo que você discorde da outra opinião, deixe que a pessoa conclua o seu raciocínio para que você mostre o seu ponto de vista com argumentos contundentes.
4. Cuidado com sua compreensão
Esse é um dos pontos-chave da boa comunicação. Ao falar, você precisa se certificar de que o outro está acompanhando o seu raciocínio. É preciso saber se a pessoa captou a mensagem que você pretendia passar.
Para isso, uma boa técnica é usar a empatia. Procure se colocar no lugar do outro. Será que ele está entendendo o que você fala? Você conversa deixando que ele também faça parte do bate-papo? Enquanto você argumenta, pense em como se sentiria se estivesse do outro lado.
5. Cuidado com a linguagem usada
Esse é um dos principais erros cometidos. É claro que alguns deslizes passam, mas é preciso tomar muito cuidado com a fala e a escrita.
Abandone os termos muito rebuscados que não representam nada, além de gírias e abreviaturas, e empobrecem o discurso.
6. Aposte no bom humor
Não há estudos que comprovem que essa tática funciona, mas especialistas afirmam que pessoas bem-humoradas ganham pontos na comunicação. Isso porque elas conseguem manter a atenção do ouvinte com mais facilidade.
Mas saiba quem é o ouvinte para assegurar que esse tipo de postura cairá bem. E não exagere no senso de humor para não perder a credibilidade.
7. Use a emoção em seu favor
Fale com entusiasmo para mostrar ao outro que você acredita em suas palavras. Se você não tiver envolvimento com seu discurso, ficará ainda mais complicado fazer com que o outro demonstre interesse pelo que você conta.
8. Preste atenção na linguagem corporal
Não foque apenas na fala e na escrita. Lembre-se que o corpo também demonstra o que você diz. Por isso, fique atento: existem sinais que mostram se a conversa está agradando ou não.
Quer outras dicas úteis para se tornar um comunicador de primeira? Conheça nosso curso de comunicação assertiva.
Fonte: https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/administracao/8-dicas-para-uma-comunicacao-assertiva/71808
Acessado em 26 de abril de 2017
terça-feira, 25 de abril de 2017
Ontem foi aula de Ciências Sociais
Na aula de ontem o professor deu continuidade ao assunto de POSITIVISMO e falou sobre Max Weber
Daí, eu dei uma pesquisada sobre Max Weber e segue um breve resumo da sua biografia segundo a Wikipédia:
O jovem Max foi o primeiro de sete filhos de Max Weber, advogado e político, membro do Partido Nacional Liberal, e de Helene Fallenstein, uma descendente de imigrantes huguenotes franceses. A família estimulou intelectualmente os jovens Weber desde a tenra idade. Seu irmão Alfred Weber, quatro anos mais jovem, também se tornaria sociólogo, mas, sobretudo, um economista, que também desenvolveu uma importante sociologia da cultura.
Em 1882, Max Weber matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Heidelberg, onde seu pai havia estudado, frequentando também cursos de economia, política, história e teologia. Em 1884 voltou para casa paterna e se transferiu para a Universidade de Berlim, onde obteve em 1889 o doutorado em Direito e em 1891 a tese de habilitação, ambos com escritos da história do direito e da economia.
Depois de completar estudos jurídicos, econômicos e históricos em várias universidades, se distingue precocemente em algumas pesquisas econômico-sociais com a Verein für Sozialpolitik (associação fundada em 1872 pelos economistas associados à Escola historicista alemã de economia à qual Weber já tinha aderido em 1888).
Em 1893 casou-se com Marianne Schnitger, mais tarde uma feminista e estudiosa, bem como curadora póstuma das obras de seu marido. Atualmente, a publicação de sua correspondência íntima também revelou seus relacionamentos com Else von Richtoffen e Mina Tobler, levando muitos especialistas a revisarem a importância do amor e do erotismo em sua obra.
Foi nomeado professor de Economia nas universidades de Freiburg em 1894 e de Heidelberg em 1896. Entre 1897, ano em que seu pai morreu, e 1901 sofreu de uma aguda depressão, de modo que do final de 1898 ao final de 1902 não realizou atividades regulares de ensino ou científicas. Neste período ele esteve em alguns sanatórios e fez diversas viagens pela Europa tendo ficado vários meses na cidade de Roma onde recuperou as forças.
Curado, no Outono de 1903 renunciou ao cargo de professor e aceitou uma posição como diretor-associado do recém-nascido Archiv für Sozialwissenschaft und Sozialpolitik (Arquivos de Ciências Sociais e Política Social), com Edgar Jaffé e Werner Sombart como colegas: nesta revista publicaram em duas partes, em 1904 e 1905, o artigo-chave A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo. Naquele mesmo ano, visitou os Estados Unidos. Graças a uma enorme renda privada derivada de uma herança em 1907, ainda conseguiu se dedicar livremente e em tempo integral aos seus estudos, passando da economia ao direito, da filosofia à história comparada e à sociologia, sem ser forçado a retornar à docência. Sua pesquisa científica abordou questões teórico-metodológicas cruciais e tratou complexos estudos histórico-sociológicos sobre a origem da civilização ocidental e seu lugar na história universal.
Durante a Primeira Guerra Mundial, serviu como diretor de hospitais militares de Heidelberg e ao término do conflito, voltou ao ensino da disciplina de economia, primeiro em Viena e em 1919 em Munique, onde dirigiu o primeiro instituto universitário de sociologia na Alemanha. Em 1918 ele estava entre os delegados da Alemanha em Versalhes para a assinatura do tratado de paz e foi conselheiro para os redatores da Constituição da República de Weimar.
Weber pretendia escrever volumes adicionais sobre o cristianismo e o islamismo, mas contraiu a gripe espanhola e morreu em Munique, em 14 de junho de 1920. Seu manuscrito de Economia e Sociedade foi deixado inacabado; sendo editado por sua esposa postumamente, publicado em 1922.[2]
Encontra-se sepultado no Cemitério de Bergfriedhof de Heidelberg, em Baden-Württemberg na Alemanha.
Daí, eu dei uma pesquisada sobre Max Weber e segue um breve resumo da sua biografia segundo a Wikipédia:
O jovem Max foi o primeiro de sete filhos de Max Weber, advogado e político, membro do Partido Nacional Liberal, e de Helene Fallenstein, uma descendente de imigrantes huguenotes franceses. A família estimulou intelectualmente os jovens Weber desde a tenra idade. Seu irmão Alfred Weber, quatro anos mais jovem, também se tornaria sociólogo, mas, sobretudo, um economista, que também desenvolveu uma importante sociologia da cultura.
Em 1882, Max Weber matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Heidelberg, onde seu pai havia estudado, frequentando também cursos de economia, política, história e teologia. Em 1884 voltou para casa paterna e se transferiu para a Universidade de Berlim, onde obteve em 1889 o doutorado em Direito e em 1891 a tese de habilitação, ambos com escritos da história do direito e da economia.
Depois de completar estudos jurídicos, econômicos e históricos em várias universidades, se distingue precocemente em algumas pesquisas econômico-sociais com a Verein für Sozialpolitik (associação fundada em 1872 pelos economistas associados à Escola historicista alemã de economia à qual Weber já tinha aderido em 1888).
Em 1893 casou-se com Marianne Schnitger, mais tarde uma feminista e estudiosa, bem como curadora póstuma das obras de seu marido. Atualmente, a publicação de sua correspondência íntima também revelou seus relacionamentos com Else von Richtoffen e Mina Tobler, levando muitos especialistas a revisarem a importância do amor e do erotismo em sua obra.
Foi nomeado professor de Economia nas universidades de Freiburg em 1894 e de Heidelberg em 1896. Entre 1897, ano em que seu pai morreu, e 1901 sofreu de uma aguda depressão, de modo que do final de 1898 ao final de 1902 não realizou atividades regulares de ensino ou científicas. Neste período ele esteve em alguns sanatórios e fez diversas viagens pela Europa tendo ficado vários meses na cidade de Roma onde recuperou as forças.
Curado, no Outono de 1903 renunciou ao cargo de professor e aceitou uma posição como diretor-associado do recém-nascido Archiv für Sozialwissenschaft und Sozialpolitik (Arquivos de Ciências Sociais e Política Social), com Edgar Jaffé e Werner Sombart como colegas: nesta revista publicaram em duas partes, em 1904 e 1905, o artigo-chave A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo. Naquele mesmo ano, visitou os Estados Unidos. Graças a uma enorme renda privada derivada de uma herança em 1907, ainda conseguiu se dedicar livremente e em tempo integral aos seus estudos, passando da economia ao direito, da filosofia à história comparada e à sociologia, sem ser forçado a retornar à docência. Sua pesquisa científica abordou questões teórico-metodológicas cruciais e tratou complexos estudos histórico-sociológicos sobre a origem da civilização ocidental e seu lugar na história universal.
Durante a Primeira Guerra Mundial, serviu como diretor de hospitais militares de Heidelberg e ao término do conflito, voltou ao ensino da disciplina de economia, primeiro em Viena e em 1919 em Munique, onde dirigiu o primeiro instituto universitário de sociologia na Alemanha. Em 1918 ele estava entre os delegados da Alemanha em Versalhes para a assinatura do tratado de paz e foi conselheiro para os redatores da Constituição da República de Weimar.
Weber pretendia escrever volumes adicionais sobre o cristianismo e o islamismo, mas contraiu a gripe espanhola e morreu em Munique, em 14 de junho de 1920. Seu manuscrito de Economia e Sociedade foi deixado inacabado; sendo editado por sua esposa postumamente, publicado em 1922.[2]
Encontra-se sepultado no Cemitério de Bergfriedhof de Heidelberg, em Baden-Württemberg na Alemanha.
segunda-feira, 24 de abril de 2017
Na última quinta feira não teve aula
Não teve aula na última quinta feira e nem na quarta feira, pois nesses dois dias teve prova presencial da matéria EAD (Tecnologia da Informação)
quarta-feira, 19 de abril de 2017
Ontem foi aula de Comunicação e Expressão
Na aula de ontem, a professora deu continuidade ao assunto de tipos de parágrafo e falou sobre Dissertação
terça-feira, 18 de abril de 2017
Ontem foi aula de Ciências Sociais
- 1 - Positivismo
- 1.2. Emile Durkheim
- 1.2.2. Os fatos sociais e a consciência coletiva
- Os fatos sociais podem ser normais ou patológicos
- A consciência coletiva é o conjunto de ideias comuns que formam a base para a consciência da sociedade
- Não é o que o indivíduo pensa, mas o que a sociedade pensa
- 1.2.3. Sociedade orgânica e mecânica
- Sociedade mecânica é a união de pessoas a partir da semelhança na religião, na tradição ou nos sentimentos
- Solidariedade orgânica é a união de pessoas a partir da dependência que uma tem da outra para realizar alguma atividade social
- 2 - Karl Marx
CONTINUA
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